Dialogar
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É inadmissível o orgulho que, calado, guardei. É inaceitável a saudade que, por culpa própria, senti. É incabível a aceitação que, mesmo erroneamente, subscrevi. O fim é indubitável entre pessoas que não chegam a um consenso. Dialogar sempre foi e sempre será a forma mais elegante e mais certa de agir. Infelizmente não possuo tal virtude, e assim, deixo que, imbecilmente, a tal pessoa que tanto amo vá embora.
Paulo Henrique Duarte

